Uma visão muito generalizada sobre a economia de Angola

Uma visão muito generalizada sobre a economia de Angola

Junho 12, 2018 0 Por Capita

É incrível as nomeações que acontecem no nosso país, é difícil imaginar a quem estamos a nos inspirar mas sabemos muito bem que é muito raro acreditar que estamos numa economia participativa, aberta, competitiva e democrática. O presidente João Lourenço prometeu ser um presidente participativo, democrático e altamente politico, durante suas campanhas eleitorais, gozando assim da fé e do bom senso que reina entre angolanos.

Por um pouco acreditei mesmo que o novo presidente da república faria realmente alguma “limpeza” na política, na economia e talvez na sociedade, mas a realidade mostrou que até mesmo o presidente dispõe de insuficiência de recursos para começar seu cronograma de atividades, tanto que nota-se mais nomeações, substituições e exonerações que melhorias económicas.

O que precisa ser feito então?

O Presidente da república João Lourenço talvez devesse olhar para a sua cauda e ver os rastos que deixou no momento que implorava pela sua votação através de pensamentos pacíficos como por exemplo, corrigir o que está mal e melhorar o que está bom.

A Politica de repatriação de capital por exemplo, pode ser retificada de tantos outras maneiras, e nossos economistas passam várias vezes aos telejornais apresentando soluções que poderiam ser aceites se a força do poder fosse imparcial, pois o Pr. havia prometido ser um presidente para todos.

Para onde nos levará o caminho do Presidente João Lourenço?

Sinceramente, este caminho levará a ruina os mais honestos e humildes e melhorará a posição dos mais influentes e arrogantes que lideram o país. Porquê? Sendo o MPLA praticamente a única força política e o único órgão de decisão por possuir uma maioria absoluta, o presidente moralmente eleito tinha de se fazer imparcial as sujidades económicas.

Mesmo que o MPLA brinque com políticas procurando mecanismos para solucionar debilidades econômicas, acredito que o laço de amizade que existe naquele partido é mais forte que a força do povo angolano, tal que deveria ser o oposto por e simplesmente sermos um povo e uma só nação assim como ensinam nos livros e nas escolas públicas.