Consumo excessivo de canábis ‘Liamba’ acelera o envelhecimento cerebral três vezes superior ao normal

Consumo excessivo de canábis ‘Liamba’ acelera o envelhecimento cerebral três vezes superior ao normal

Agosto 27, 2018 0 Por Capita

A canábis é frequentemente consumida por seus efeitos psicoativos e fisiológicos que podem incluir bom humor, euforia, relaxamento e aumento do apetite. Entre estes efeitos colaterais indesejados estão a diminuição da memória de curto prazo, boca seca, dificuldade motora, vermelhidão dos olhos e sentimentos de paranoia ou ansiedade.

Segundos os resultados dos estudos apresentados, a droga acelera o envelhecimento cerebral três vezes superior ao normal, apontada pelo menor fluxo sanguíneo a esta zona do corpo, essencial ao seu bom funcionamento, e que pode levar a consequências como ataques cardíacos ou demência.  Mas muitos ainda defendem que os malefícios do álcool superam os da canábis e que está deveria ser uma droga legalizada dado os seus controlados efeitos em doses moderadas.

Para a ciência as folhas da ‘Liamba’ transformadas em num medicamento que tenha a quantidade certa da planta pode ser usada para tratar alguns problemas de saúde, podem servir para aliviar a dor crónica em adultos, evitar vómitos nos doentes que estão a fazer tratamentos de cancro, é usada no controlo da ansiedade ou no tratamento da esclerose múltipla.

O consumo humano da cannabis teve início no terceiro milênio antes de Cristo, e seu uso actual é voltado para recreação ou como medicamento, além disso, também por ser usada como parte de rituais religiosos ou espirituais.